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                                                                                                                                                                Fotos: Orlando Santiago M. 30
 
 
A CRISE É DOS JORNAIS E NÃO DO JORNALISMO.
 
Por Orlando Santiago Mascarenhas
30/09/2009
Alunos do curso de jornalismo da UNEF - Unidade de Ensino Superior de Feira de Santana, apresentaram no auditório da instituição, um encontro de alunos e profissionais do segmento da imprensa escrita.

O tema abordado foi “A crise é dos jornais e não do jornalismo”. O objetivo foi promover o debate sobre a crise dos jornais impresso e do jornalismo; aperfeiçoar o aprendizado dos alunos de Comunicação Social – Jornalismo, Publicidade e Propaganda, aproximando-os cada vez mais da realidade do mercado e aos objetivos do curso de Comunicação Social, no cenário nacional e em especial em Feira de Santana e região.

O encontro contou com a presença dos alunos dos cursos de Comunicação Social – Jornalismo, Publicidade e Propaganda, professores, profissionais da área de comunicação e a participação dos palestrantes: Glauco Wanderley, jornalista do jornal A Tarde; Humberto Cedraz, Jornalista e diretor do jornal A Folha do Estado; Valdomiro Silva, Jornalista e ex-diretor de jornal impresso.

Um dos principais objetivos do encontro, foi debater e entender os impactos da internet na chamada “crise do jornalismo impresso” que, de acordo com os palestrantes, é caracterizada por dois principais fatores: a redução de circulação e do número de leitores e a queda de participação dos jornais no total do dispêndio publicitário em meios de comunicação. Resultando no cenário mundial, uma redução diário de jornais impressos.

O desenvolvimento de estratégias em um setor como o de comunicação é plausível de vários estudos. Os caminhos que as empresas de comunicação trilharão com o desenvolvimento da exploração eletrônica e a manutenção do jornalismo impresso certamente serão pauta para futuras debates e pesquisas.

Do debate se conclui que: A internet está diretamente associada à redução dos assinantes dos jornais, pois oferece ao leitor uma nova forma de recebimento da informação em casa. O jornal está disposto, eletronicamente, em seu computador. É, simplesmente, uma nova forma de distribuição da informação.

É preciso definir estratégias em uma nova área que ainda se configura, e cujo setor evolui quase diariamente, é uma atividade de grande dificuldade. Na verdade, arrisco-me a dizer que, a crise é dos jornais e não do jornalismo. Na sociedade atual, o jornalista deve ser ainda mais especializado que diversos profissionais, mesmo um médico ou um advogado. Da mesma forma, acredito que os defensores da desregulamentação da profissão são os mesmos que lutam pelo controle do fluxo de informação nos diversos tipos de mídia e, por isso, não tem interesse que o espaço público seja mediado por profissionais coerentes e bem informados. Mas há pelo menos uma certeza: se os jornais se mantiverem como estão concebidos e produzidos na atualidade, serão engolidos pela internet nessa ou na próxima geração.
 
 
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