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| Estados
e Municípios terão R$ 6 bi ao
ano para garantir novo piso salarial de professores.
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| Informe
APLB Sertânea |
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A
afirmação foi feita na última
quinta-feira (3) pelo ministro da Educação,
Fernando Haddad. Segundo ele, a União
vai complementar os salários que ainda
não atingem o piso com verbas do Fundo
da Educação Básica (Fundeb).
Municípios e estados não poderão
alegar falta de recursos para o pagamento
do piso salarial de R$ 950 para professores
da rede pública, aprovado na última
quarta-feira, |
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2,
pelo Senado.
O aporte da União, via Fundeb, será
de R$ 6 bilhões ao ano, até 2010, prazo
para aplicação total do valor do piso.
Pelo projeto, que agora vai à sanção
presidencial, serão aplicados reajustes anuais,
retroativos a janeiro de 2008. “Nós estamos,
por determinação da Constituição,
aportando cada vez mais recursos para a educação
básica. E foram estudos baseados no Fundeb
que deram segurança ao Congresso Nacional de
fixar um piso nesse patamar. A complementação
da União é a garantia de sustentabilidade
do piso”, defendeu Haddad.
Estados
e municípios que hoje pagam menos de R$ 950
aos profissionais devem arcar com um terço
dessa diferença ainda este ano. O piso nacional
vale para professores ativos – professores,
diretores e coordenadores pedagógicos –
com carga de 40 horas semanais, sendo um terço
de atividades extraclasse. Os aposentados também
serão beneficiados.
Segundo
estimativas do Ministério da Educação,
pelo menos 40% dos professores em início
de carreira, cerca de 800 mil profissionais, recebem
menos do que R$ 950. Haddad espera que o novo teto
atraia mais profissionais para a carreira de professor.
“A qualidade da educação não
se faz sem professor bem formado e bem remunerado.
A nossa missão é garantir que a carreira
do magistério seja atraente para jovens talentos”,
indicou.
O
ministro também destacou que algumas redes
vão ter que “enxugar a máquina
administrativa” e se reorganizar para pagar
o novo piso, já que muitos profissionais
são alocados em atividades fora de sala.
“O servidor que está na escola ensinando
é que precisa ser valorizado nesse momento”,
opinou. (Fonte: Agência Brasil)
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