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Faltam seis dias para a realização do
30º Congresso Nacional da CNTE. Durante quatro
dias, de 17 a 20 de janeiro, cerca de 2.400 trabalhadores
da educação básica pública
estarão reunidos no Centro de Convenções,
em Brasília, para debater o tema “Educação
Pública: A diferença que promove a igualdade”.
A idéia é que a categoria aproveite
esse encontro para discutir como superar as desigualdades
históricas do país, referentes à
valorização da escola pública.
Para a presidente da CNTE, Juçara Dutra Vieira,
“é importante dar continuidade à
incansável luta da categoria por uma educação
pública, gratuita, universal, democrática
e com qualidade social”.
Entre os principais temas que estarão em debate
estão: os princípios do ensino: artigo
206 da Constituição Federal; Financiamento;
Inclusão Social; Democratização
da gestão; Formação continuada;
Valorização dos profissionais da educação;
Respeito à diversidade;
Superação das desigualdades sociais,
étnico-raciais e de gênero; Função
social da educação; Plano de Desenvolvimento
da Educação; Política Nacional
de Avaliação; Educação
a distância e Regulamentação do
ensino privado.
Os trabalhadores em educação também
vão apresentar durante o congresso questões
como a regulamentação das Centrais Sindicais,
a negociação coletiva no serviço
público e a regulamentação do
direito de greve.
Aviso
Em função do foco de FEBRE AMARELA no
Distrito Federal e em Goiás, a CNTE recomenda
a todos/as participantes do 30° Congresso Nacional,
que começa no próximo dia 17, em Brasília,
que providencie a vacina contra a doença, o
mais urgente possível.
De acordo com o Ministério da Saúde,
a forma silvestre da doença existe há
anos no Brasil e é monitorada com freqüência,
mas diante da descoberta de macacos mortos em um sítio
próximo a Goiânia com o vírus
da febre amarela e da morte de um homem em Goiás,
com a suspeita da doença, é importante
ficar em alerta.
O Ministério informa que desde 1942 não
há registros de mortes por febre amarela urbana
no país. O secretário de Vigilância
e Saúde do Ministério, Gerson Penna,
garante que não há risco de surto, mas
pediu às pessoas que estão com viagem
marcada para o DF e regiões, além da
população local para não deixarem
de se vacinar. |